domingo, agosto 31, 2008

Lobato

Estes vídeos foram feitos para a Semana Monteiro Lobato, na Livraria da Unesp, quando meus livros foram expostos.

O primeiro mostra a praça da Sé em diversos períodos. Foi ali que Lobato teve o escritório de sua editora entre 1924 e 25.
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O segundo mostra alguns livros infantis com a saga do Picapau Amarelo, e os diversos ilustradores através dos tempos.

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O último mostra alguns exemplares de minha famosa Lobatiana.

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sexta-feira, agosto 15, 2008

Minhas outras vidas


Meu lado afro que morreu no Vietnã.


Com sérios problemas de identidade sexual em 76.


Minha vida nos anos 80 como inventor de um software que me tornou biliardário.


Eu era bicheiro e tinha um opalão no fim dos anos 70!


Black power!


Eu, empresário bem sucedido em 1972.


Como gerente do Banco do Brasil em 64.


Como galã da TV Tupi, em 1956.


Como crooner de orquestra nos anos 50.


Professor universitário em 74.

Copiei da Letícia, que descobriu graças à Tia Cris.

Gostou? Faça suas "regressões": Yearbook yourself

terça-feira, agosto 12, 2008

Nota aos leitores

Vocês sabem o quanto eu gosto de livros antigos, não é à toa que abracei a profissão de restaurador e encadernador depois de velho.

Cada livro nos reserva uma surpresa, um bilhete perdido, uma pétala ressequida, uma anotação à margem. Fosse eu contar a história de alguns deles e teria matéria para vários posts.

Mas é que acabo de receber um livro pelo correio, vindo lá do Rio Grande do Sul, tchê, e não segurei a risada ao ler a nota ao final da obra. Tal qual a eterna rixa entre cão e gato, gavião e pomba, Clodovil e a humanidade, entre escritor e revisor também há uma eterna má vontade, esquecidos que um não existiria sem o outro.

Existem histórias lendárias sobre atritos, erros célebres, coisas curiosas. Conheço revisores que na verdade são melhores que os autores, e acabam por reescrever a obra, do mesmo modo que há autores que nem precisariam que seus textos passassem por revisão. Enfim...

Aqui o autor usa de leve ironia (pelo menos foi essa minha interpretação), pois diz que houve esmero na revisão, mas que mesmo assim alguns gatos escapuliram.

De qualquer modo deixo a imagem da nota para que vocês se divirtam; no fundo achei graça no fato do autor admitir seus erros e pedir desculpas ao distinto público. Hoje em dia, infelizmente, temos que engolir os erros sem a menor dose de humildade.



Ah, foi retirado do livro Compendio de Psychologia, de Henrique Geenen, editado em 1925 pela Cia. Graphico-editora Monteiro Lobato, Praça da Sé, 34 - São Paulo.

Boa semana, e este texto NÃO foi revisado.